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Luís Paixão Martins
Fotografia daqui
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Luís Paixão Martins começou por largar umas farpas ao apoio que Vital Moreira tem dado ao lobbie das farmacêuticas e deixou um recado claro: “O marketing vai valer muito pouco nas próximas eleições.”
Sobre o falhanço das sondagens disse: “Não [é] por culpa, certamente, de quem as faz, mas em consequência da frustração, da perplexidade e do cinismo dos eleitores.”
O PS, depois das europeias, achou suficiente calar o sr. Vitalino Canas, mandar o ministro Santos Silva malhar menos, e pôr um homem de negócios chamado António Vitorino a tratar do programa eleitoral.
Para já, muita da nomenclatura socialista precata as “costas” e põe-se no “seguro”. Para cumprir calendário, lança diatribes atrás de diatribes contra Manuela Ferreira Leite, como se viu na apresentação da lista de candidatos a deputados do distrito de Viseu.
Daqui a umas semanas, se for caso disso, essa mesmíssima gente estará na primeira linha a defender um governo de bloco central com Manuela Ferreira Leite.
2. O “dia a seguir” no PS já tem nomes e já tem assunto. Os nomes são os óbvios: António Costa e António José Seguro. E o assunto também é óbvio: a barbárie marilurdista na educação.
É bom que o PS fique à frente do PSD em 27 de Setembro. É que, caso contrário, as coisas podem ficar bravas dentro do partido. Mesmo muito bravas.

As eleições não são a 6 de outubro?
ResponderEliminar~CC~
Crónica de há dez anos sobre as legislativas daquele ano --- 2009
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