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La piedad del tiempo / A piedade do tempo

¿En qué oscuro rincón del tiempo que ya ha muerto viven aún, ardiendo, aquellos muslos? Le dan luz todavía a estos ojos tan viejos y engañados, que ahora vuelven a ser el milagro que fueron: deseo de una carne, y la alegría de lo que no se niega. La vida es el naufragio de una obstinada imagen Que ya nunca sabremos si existió, Pues sólo pertenece a un lugar extinguido. Francisco Brines  Em que escuro recanto do tempo que morreu vivem ainda, a arder, aqueles coxas? Dão luz ainda a estes olhos tão velhos e enganados, que voltam agora a ser o milagre que foram: desejo de uma carne, e a alegria do que não se nega. A vida é o naufrágio de uma obstinada imagem que já nunca saberemos se existiu, pois só pertence a um lugar extinto. Trad.: José Bento

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