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Mocinhas gráceis

Mocinhas gráceis, fungíveis Mimosas de carne aérea Que pela erecção dos centauros Trepais como doida hera! Por ardentes urdiduras De Afrodite que abonais Passais como queimaduras E tudo em fogo deixais. Ofegar de onda retida Na ocupação epidérmica De serdes a exactidão Florida da primavera, Todas de luz invadidas, Soi, porém, as irreiais Bonecas de sol sumidas No fulgor com que alumbrais. Lá no fundo dos desejos Chegais macias e quentes Com violas nos cabelos, Nas ancas, quartos crescentes; Nas pernas, esguios confeitos, Na frescura o vermelhão De uma alvorada que rompe Em seios de requeijão. Enleais, mas de enleadas, Ó volúveis, ó felinas! Saltais fazendo tinir Risadas de turmalinas; E com as asas do segredo Que vos faz misteriosas – Pois sendo divinas, sois Do breve povo das rosas –, Adejais de beijo em beijo Já que para gerar assombros Vicejam as folhas verdes Que vos farfalham nos ombros. Ó doçaria que em línguas Acres sois torrões de mel, Quando idoneamente ninfas Vos vestis da vo...

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