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Verdes Anos

Era o amor que chegava e partia: estarmos os dois era um calor que arrefecia sem antes nem depois… Era um segredo sem ninguém para ouvir: eram enganos e era um medo, a morte a rir nos nossos verdes anos... Teus olhos não eram paz, não eram consolação. O amor que o tempo traz o tempo o leva na mão. Foi o tempo que secou a flor que ainda não era. Como o Outono chegou no lugar da Primavera! No nosso sangue corria um vento de sermos sós. Nascia a noite e era dia, e o dia acabava em nós… O que em nós mal começava não teve nome de vida: era um beijo que se dava numa boca já perdida. Pedro Tamen

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