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Nem um verbo me move

Isto é uma natureza morta: o teu compasso de espera, mênstruo, contra o priapismo do cálamo. Tenho velas de aço para os teus ventos de papel, para a dispersão dos vocativos. Eu queria estar mais contente se soubesse haver razões para isso, depor-te a aporia destes dias e trabalhar com novas certezas. Em vez disso skaters faíscam no centro da minha passagem, no meio da minha vida e a sua navegabilidade incondicional desliza nesta aspereza da retina. E isto é classe média: o cancro como solução final; um fecho de braguilha não esconde o faro latejante dos cães, a trovoada latente. Sou o homem do tempo, sou o homem do tempo. Ando a tentar segurar este grande aguaceiro que previ, de capote ando a tentar pospor o optativo porque na boca levo o gosto do desgosto e tão sensíveis as papilas ao seu gosto. Sou o homem do tempo, sou o homem do tempo. Nem um verbo me move desta irredutibilidade em desejar. Daniel Jonas

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