O trotskã francês, professores luditas, o emprego de Mortágua e futebolês na Universidade Nova de Lisboa*
* Hoje no Jornal do Centro aqui 1. Eis a graçola anti-semita que saiu da boca de Jean-Luc Mélenchon, o líder da França Insubmissa, na quinta-feira à noite, num comício em Lyon: «Ça fait plus russe 'Epstine'. Alors maintenant vous direz 'Epstine' plutôt qu'Epstein, 'Frankenstine' au lieu de 'Frankenstein'» ; «Soa mais russo 'Epstine'. Então agora vocês vão dizer 'Epstine' em vez de Epstein, 'Frankenstine' em vez de 'Frankenstein'.» Lá como cá, para as esquerdas radicais, cada vez mais islamistas, se é mau tem que ser judeu. O pedófilo sempre se disse Jeffrey “Epstine”, mas isso é um detalhe para o trotskã francês que sonha ir à segunda volta das presidenciais de Abril de 2027, isto é, quer entregar França à ultradireita, a Marine Le Pen (se esta conseguir ultrapassar os sarilhos jurídicos em que está metida) ou a Jordan Bardella. 2. Tem havido vários casos e casinhos no nosso ensino superior. Eis os três mais badalado...

