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Caminha pelo sangue

caminha pelo sangue, na pele rugosa do amanhecer, a tão pequena tosse do outro lado das palavras: como se se dividissem os sentidos, a visão, o tacto animal, o veneno riscado, arrancado às paredes da luz, e sobre o flanco abrisse uma doença uma razão meticulosa de existir, um secreta ausência perdoada. António Franco Alexandre

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