Ardem inteiras
Ardem inteiras como um edema metalúrgico como poços de força e de compaixão, nada se sabe do homem que enxugou a luz sob as artérias negras do fogo e os alicerces da pedra. mas nos dedos que arrefecem sobre o tear há-de repousar o sangue mais antigo de que há memória: para que ninguém sobreviva ao perdão. Pedro Gil-Pedro