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quarta-feira, 10 de abril de 2019

Gê Dois*

* Publicado no Jornal do Centro há exactamente dez anos, em 10 de Abril de 2009 


1. A última cimeira dos G20 serviu para se atirar uma montanha de dinheiro para cima da crise e para se perceber que Barack Obama consegue moderar o fogo que lavra na economia mundial mas não é capaz de o apagar.

E a Europa?

A Europa mostrou-se como de costume: umas bravatas de Sarkozy, umas gaffes de Berlusconi e uma irrelevância chamada Durão Barroso.

Valha-nos a sensatez de Angela Merkel que não vai em keynesianismos de 25ª hora e, ao menos, tem uma ideia na cabeça para esta tempestade: apostar na solidez do euro.

Este G20 foi o décor londrino para mais um capítulo do drama a dois entre os Estados Unidos e a China.



Obama e Hu Jintao prosseguiram o seu G2 particular que está no epicentro desta crise global. O maior devedor mundial e o seu maior credor necessitam ambos que o valor do dólar não caia. Pelo menos muito depressa.

2. Recebi um mail de Lisa A. Saleh, senhora de quem nunca tinha ouvido falar.

Ela apresenta-se como “uma viúva de idade que sofre de doença prolongada” que herdou do seu “último marido” 3,5 milhões de dólares e que “precisa de uma pessoa honesta e temente a Deus que possa usar os fundos no trabalho de Deus a ajudar os menos privilegiados”.

Lisa A. Saleh reserva 1,2 milhões de dólares “para meu uso pessoal” neste trabalho misericordioso.

Depois pede-me dados pessoais bastante intrusivos e está à espera da minha resposta para o e-mail: mrslisa52@yahoo.co.th.

Pode esperar sentada numa cadeira confortável pela minha resposta. Deixo o e-mail da senhora para alguém interessado…

3. Está na fase de acabamentos uma nova rotunda no centro de Viseu que merece um especial carinho.

É um círculo perfeito.

À volta, bordejando toda a circunferência, tremeluzem dezenas de “olhos de gato”.

Esta coluna agradece a homenagem.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Carta aberta, de um informal cuidador a um cuidador informal*

* Recebida hoje por e-mail


Exmo. Sr. Primeiro-Ministro, António Costa


Não refiro Doutor ou Dr. na titulação — como tantos farão quando a si se dirigem, certamente, embora não haja Doutoramentos em Primeiro-Ministerialismo, ou se seja Doutor sem se ser Doutor em algo concreto – porque, e à semelhança de tantos outros cuidadores informais, o Sr. Primeiro-Ministro só é Sr. neste caso. E neste caso um Sr. com responsabilidades específicas, mas Sr. Não há formação em cuidadores informais. Só a informal consideração de que se cuida, umas vezes sabendo-se, outras tentando-se o melhor possível. Sr., somente e sem desrespeito.

O Sr., que vem cuidando informalmente deste país desde 2015 e como tantos outros cuidadores informais, recorre, por vezes, à casualidade para aferir o seu dia-a-dia e a argumentação que necessita de apresentar a terceiros. Sempre com respeito, embora por vezes, também, agreste.

Reconhece-se que o ser agreste na argumentação, por vezes, é apenas porque, à semelhança de tantos cuidadores informais, o cansaço se sobrepõe à lide ou lides necessárias. Chama-se-lhe cansaço. Por vezes, só por vezes, alguém afirma ser exaustão. E dizem aos cuidadores informais: isso está mau; estás com um ar cansado; ou, estás com péssimo ar. O Sr. vai conseguindo disfarçar o cansaço. Persevere nesse aspecto, por favor; que seguiremos o exemplo, tendo as condições para tal.

Frequentemente não se sabe quem cuida, menos ainda quem cuida informalmente de alguém. Alguém que formalmente requer, necessita, depende, de um apoio formalizado em documento e em atenção. Cuidados, no fundo. Em que alguém requer, sem de facto algum dia ter desejado – imagino, embora não possa falar por outros – ser beneficiário de cuidado documentalmente atestado.

Quando, por vezes, o Sr. discute com os seus parceiros de solução governativa sustentada por via de uma maioria de incidência parlamentar, recordo-me das famílias que, por vezes, debatem as questões de cuidar informalmente de quem formalmente necessita de cuidado. E debatem e discutem e batem com portas – talvez – por vezes. E, por vezes até se esquece o cuidador de vestir calças de vinco para ir trabalhar. Esquece-se e engana-se e veste outras quaisquer. Vai de ganga quando devia fazer diferente. Ninguém leva a mal, não muito; mas acontece.


Imagem do Finta 2017, Acert
(daqui)
Sabe, claro que sabe, mas, sabe, Sr. Primeiro-Ministro, por vezes, muitas vezes, chega a um ponto em que se escolhe – imagine! – nem sequer trabalhar para cuidar. E não porque se não queira, antes porque o tempo necessário à escolha das calças com vinco e vincar as calças antes disso, é tempo que deverá ser ocupado a cuidar (ou a cuidar de quem cuida, que é cuidar de si um pouco). Nem sempre se age assim. Nem sempre se escolhe assim. Claro. E ainda bem. No entanto, e por vezes, não se pode conciliar cuidar. Ou se cuida ou não se cuida. E há quem cuide e não escolha mais…

Mas sabe – talvez não saiba – que chega a um ponto que é um momento só que é apesar de tudo um cumular de momentos e pontos; em que se escolhe. E um a cuidado, torna-se dois a cuidado. Ou mais. Por vezes mais, numa estranha osmose em que há sempre quem cuide e quem cuidado seja.

Mas a escolha, e isto sabe certamente, sem dúvida ou questão, só é [escolha] quando há opção. E o Sr. sendo cuidador informal deste país afirmando uma opção ao país de que cuida, defendeu uma opção. Uma diferença. Um outro modo de cuidar do país. O Sr. é um cuidador informal que escolheu e agiu perante a escolha. E, vá lá, até pôde ser considerado cuidador informal do país. Documentalmente considerado enquanto tal. Não lhe chamaram isso mas é-o mesmo. Ninguém precisa que configurem uma profissão, apenas o reconhecimento da função… (soou fria e calculista esta parte não foi?)

Como qualquer outro cuidador informal, o Sr. protestou, argumentou, agendou, reuniu e sublevou a interpretação das regras pré-estabelecidas. O Sr. é um dos heróis dos cuidadores informais. Ou de alguns. Talvez. Por vezes. E por ter feito assim e tudo isso, conseguiu que lhe reconhecessem a função que exerce. Tente o Sr., se não sendo Doutor ou Primeiro-Ministro, agendar, reunir e sublevar a interpretação das regras pré-estabelecidas. Considere, por favor, e para efeitos da presente, que argumentar, e até protestar se necessário, todos os restantes cuidadores informais fazem… para melhor cuidarem; e também, por vezes, por cuidarem.

Considere por favor, que nem todos insultam antes de se exasperarem com o tempo e dinâmicas de serviços públicos ou publicamente financiados, pesados, em que os cuidadores informais se vêem para aqueles de quem cuidam; por aqueles de quem cuidam. Pedidos, documentos, acesso à informação.

E tempo e vida que a momentos seja só sua, de quem cuida, e de mais ninguém. Imagine – voltando à analogia das calças – poder escolher casualmente vestir um par de ganga, só porque se quer aquela ganga e não outra. Imagine o privilégio de poder escolher. Imagine o privilégio de poder ser. Pessoa. Também.

E ser pessoa sem deixar de cuidar mas sem, igualmente deixar-se, a si mesmo/mesma, sem cuidado. E tudo assim, para os cuidadores informais, mesmo antes de o serem mas após cuidarem com toda a força e forma de um querer para outro, para outrem. Claro que há nisto nepotismo e afins. Claro que os cuidadores informais querem mais para os seus que para os outros. É a vida, caro Sr., a vida dar a alguns filhos e pais e aos outros pais e filhos. Por vezes, também, primos, sobrinhos, netos, tios e até familiares mais distantes ou, até mesmo, só amigos. E sabe – eu não sei - como escolheriam se pudessem escolher, convictos de que o cuidado existiria sempre nos termos e condições que é necessário que haja para que o cuidador e o cuidado, estejam igualmente bem? Não óptimos; não imagino que se peça um ideal de nada. Apenas bem. Duas pessoas (e as restantes que os envolvem – quando existe este envolvimento) podendo ser pessoas. Podendo Ser.

Imagino sempre os conselhos de segurança antes de um avião levantar voo: a primeira máscara de oxigénio, em caso de catástrofe, não se coloca a quem cuidado requer, antes ao cuidador. E sabe porquê [claro que sabe]? Porque sem cuidador não há cuidado para milhares de pessoas neste país e nos outros países e sabe-se lá em quantos outros locais onde haja necessidade de cuidado para que se Seja. No fim do dia é só isso. Luta-se e desespera-se para que se Seja.

O Sr., que é Primeiro-Ministro, mas antes de tal, um cuidador informal do país que governa desde 2015, tenha em atenção, por favor, que um qualquer outro cuidador informal, não pede salário como o seu. Pede espaço e dignidade para que se Seja; para todo e qualquer cidadão deste país. Todo e qualquer um. Quer não necessite de cuidar e ser cuidado; quer necessite de cuidado e/ou cuidar… Alguém refere que isso é inclusão. Pois bem, inclua, mas sobretudo, não exclua.


Atenciosamente,
um informal cuidador

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Já não sei fazer as pazes (2ªparte) — por JB*



Cito:

“O Governo eliminará nove anos de serviço dos professores no descongelamento das carreiras. Nem considera uma recuperação faseada. Excluiu-os. E porquê apenas os professores? Por uma questão técnica, diz o Governo.
É consensual que a sucessão de "reformas estruturais" deixou o Estado, e a sociedade, sem norte. A avaliação do desempenho é um espelho dos desajustamentos. As avaliações no Estado (SIADAP) são um fingimento indesmentível e em 95% das empresas não existe.
Qual é, então, a questão técnica que exclui os professores? São os pontos, diz o Governo.
Nas outras carreiras as pessoas obtêm um ponto por ano até ao número necessário à mudança de categoria e nos professores, diz o Governo, é por menção qualitativa.
Só que a menção é obtida, com quotas, numa escala de 0 a 10 pontos (por exemplo: 7.51 pontos é bom e 8.53 pontos é muito bom) e o professor muda de categoria ao fim de x anos (como nas restantes carreiras).
Era preferível o Governo pedir desculpa aos professores por imitar os anteriores. Se a história da exclusão raramente nos falou de "perseguidos" por serem muitos, desta vez é mais surpreendente; ao fim de dois anos, regista-se a imutabilidade também nas questões não financeiras vigentes desde 2007.” – Paulo Prudêncio

Vejamos:

Após catorze anos de carreiras congeladas há que reconhecer que a estratégia comunicacional deste governo tem funcionado no "arremesso à escola pública", o que nos recorda o processo kafkiano do reinado de Lurdes Triste Rodrigues/Pedreira Pedra/Margarida do Norte/ Azeiteiro Lemos/João Contratos Pedrosa/ Parque Buraco Escolar e o ressabiado Abílio CONFAP…. Como sempre, o PS nada aprende com a experiência.

Na Educação o objectivo tem sido proletarizar, desgastar e desmoralizar a classe docente ao ponto de não terem capacidade de reacção e revolta. Insidiosamente, a conflitualidade e a sobrevivência impuseram-se como modo de estar nas escolas.

Com um contexto político favorável, o que faz o PS pelos professores? Horários, gestão das escolas, e…. - “quartel general em Abrantes; tudo como dantes”.
Face a um Ministro sem peso político (é óbvio), dizem os jornais que os deputados PS (liderados pelo Supremo Porfírio) estão preocupados com a luta dos professores. É bom que estejam preocupados. Há uma “maioria silenciosa” (politicamente transversal) saturada de ser desconsiderada.

Mas também é bom que professores estejam preocupados. Para os que têm a memória curta o Costa estava no governo e a mulher nas manifestações contra MLR.
As declarações do presunçoso Costa não são problema de glândulas salivares, é atitude e pensamento político.

Volte o PS a ter maioria e estará na calha um upgrade da MLR.

Não sou dado a futurologias nestas matérias e não sou grevista militante. Gosto muito de ser “o meu próprio comité central” – José Afonso.

Mas, já não sei fazer as pazes!





A contas com o bem que tu me fazes
A contas com o mal por que passei
Com tantas guerras que travei
Já não sei fazer as pazes


PS: já depois de ter escrito este texto, li que….
“Ao contrário do básico e secundário, os docentes das universidades e politécnicos vão progredir nas carreiras em 2018.”

Fellini! Onde estás quando precisamos de ti?
* Enviado por JB 
para o e-mail deste blogue

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Céu azul*

* Publicado hoje no Jornal do Centro

Fotografia de JB

1. Há muitos muitos anos, num concurso do Cine Clube de Viseu, apareceu uma fotografia com um camponês inclinado, de aguilhada na mão, a guiar uma junta de vacas que, em esforço, puxava um pesado carro. Por cima, um céu de nuvens dramáticas acentuava a necessidade daquela carga chegar lesta a um abrigo.

Com um céu limpo, a fotografia seria mediana, com aquelas nuvens e a luz que, através delas, se intersticiava por toda a paisagem, a fotografia era sublime. Não me lembro se o júri a premiou. Por mim, ela teria levado o primeiro prémio.

Indo ao ponto: para efeitos fotográficos e não só, paisagem com céu azul é chateza, paisagem com nuvens é o contrário disso.

2. A Cloud Appreciation Society foi fundada em 2004. Esta agremiação mundial de apreciadores/amadores/observadores das nuvens tem um site onde pode ser achado um enérgico manifesto que proclama: "comprometemo-nos a dar combate, sem tréguas, à 'ditadura do céu azul', onde quer que a encontremos, porque a vida tornar-se-ia um tédio sem tamanho se fôssemos condenados à monotonia de um plácido céu sem nuvens." Socorri-me da tradução deste manifesto que o grande José Tolentino Mendonça incluiu num seu texto intitulado, muito a propósito, "Cabeça no ar".

Usando a escala classificativa das Standard & Poor's deste mundo, o céu azul costuma ser cotado com triplo A, enquanto as nuvens lutam para não serem carimbadas como lixo. Só que, como se sabe, as agências de notação não são grande coisa quando postas a dar um retrato do mundo.

3. À excepção de um ou outro risco low cost desenhado no ar pelos aviões, o céu continua azul. Tem estado sempre assim, este aborrecimento azul, ao longo deste ano trágico.

Venham nuvens, muitas nuvens, pedem os megapixéis das nossas máquinas fotografantes. Venham nuvens, muitas nuvens carregadas de água, imploram as nossas exauridas barragens.
Barragem de Fagilde, Outubro de 2017
Fotografia Olho de Gato

sábado, 31 de dezembro de 2016

Conhecer — por JB

Fotografia do graffiti a que se refere JB no comentário ao texto publicado ontem no Jornal do Centro

Figueira da Foz, Dezembro 2106
Fotografia de JB

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

A Hipocrisia é repugnante* — um texto de JB

A Hipocrisia é repugnante.

A Hipocrisia é repugnante. A Hipocrisia na política é um vómito.

Manter o “estratagema do extraordinário (e a norma travão com retoques) na vinculação dos contratados aos quais se exigem 20 (VINTE!) anos se serviço, continuando as condições a ser mais do que discutíveis. A proposta do MEC para os concursos de 2017 já anda por aí (proposta-mec-concursos-2017) e a portaria anunciada tem alguma porcaria pelo meio, como aumentar o número de 6 para 8 horas para um docente não ficar em horário-zero.” — Paulo Guinote.
Palavras acertadas. Mudam as pessoas mas a linha condutora, o fio ideológico, o traço de atacar o professores é comum.

Editado a partir daqui
Um governo de “esquerda” ter a ousadia de apresentar um aumento para 8 horas para um docente não ficar em horário-zero? Inimaginável!
Um governo de “esquerda” amaciar a norma travão? Inimaginável!
Um governo de “esquerda” manter o execrável horário ao minuto? Inimaginável!
Um governo de “esquerda” não mexer na gestão, carreiras e… ...

In dreams… “Go to sleep, everything is alright”,  já cantava o Roy Orbison.






Honestamente a frase de Don Fabrizio, príncipe de Salina – “É preciso que alguma coisa mude, para que tudo fique na mesma”, no romance de Giuseppe Tomasi di Lampedusa – “O Leopardo”, tem sido muito ajustada para caracterizar o sistema educativo, na última década.

Os professores não mereciam continuar a receber humilhações, disparates e parvoíces. É triste, redutor e cansativo. E pouco sério.
Não mereciam!
JB

domingo, 9 de fevereiro de 2014

E os investidores estrangeiros nas faixas BUS? *



BUS — BUSiness

* Título do e-mail que me mandaram com esta notícia: "Uso das faixas BUS, atendimento prioritário nos hospitais?"

terça-feira, 17 de julho de 2012

De 17 a 22, Miguel Relvas vai estar em Luanda e não nos Jardins Efémeros de Viseu

Pedro Passos Coelho, para aliviar a pressão sobre Miguel Relvas, manda-o a partir de hoje para o oásis angolano:

Expresso, 14-7-2012


Contudo, as anedotas já passaram para 
o lado de lá do equador:
Humor mwangolé

terça-feira, 11 de outubro de 2011

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Obrigadinho, Dr. Sra. Edith Marcelo


     Pelo e-mail que me acabou de mandar em que diz querer:
     «ajudar os credores para recuperar contas a receber pelo uso de estratégias adaptadas, orientada a dados que maximizam coleções ao mesmo tempo em todos os momentos tratando seus clientes de forma justa »
     e mais diz que a sua empresa de crédito:
     «é classificada como uma das melhores empresas do mundo todo que ganharam tantos prêmios, incluindo o Prêmio de placa bem commmition no Reino Unido como a melhor empresa de empréstimo empréstimo UK, no Reino Unido (2010-2011), respectivamente»
     e propõe-se emprestar-me:
     «cerca de 20.000,00 € (empréstimo pessoal) e 1.000.000,00 € (Empréstimos de negócio) com taxas de juros tão baixas como 3%»
     e descreve que:
     «nós assegurar-lhe a operação de cumprimento de 100%, você não vai se arrepender fazer negócios com a empresa para fora»
     e assina
     «Dr. Sra. Edith Marcelo, Marlin Financial Services»
     e só pode ser uma coisa acreditável, tão acreditável que até acredita no tradutor do Google.

domingo, 24 de julho de 2011

Benfica 2011 - 2012

Recebida por e-mail
Piada mais repetida
na pré-época:



Jorge Jesus pode organizar um torneio quadrangular só com os jogadores que tem às ordens.