terça-feira, 1 de julho de 2014

O PS até 28 de Setembro

5 comentários:

  1. DE FACTO É PREOCUPANTE QUE: O (ATÉ AGORA) PRINCIPAL PARTIDO DA OPOSIÇÃO E QUE DIZ QUERER SER ALTERNATIVA, DAR-SE AO LUXO DE "ENCERRAR PRA BALANÇO"DESDE JUNHO A OUTUBRO(e isto partindo do principio que não vai parar tudo a tribunal).

    BOM, MAS PQ As NATUREZAs TEM HORROR AO VAZIO, ALGUÉM HA-DE APARECER NO ENTRETANTO: O PRD JÁ ERA; O CDS (AINA) ESTÁ OCUPADO; VAMOS VER O MPT DE MARINHO PINTO A OCUPAR ESTEs ESPAÇOs?! QUIÇÁ...

    MUITO BOA TARDE!

    NB/PEDIDO:PRÁ PRÓXIMA SERIA BOM QUE COLOCASSEM A DURAÇÃO DO FILME!(se tal for possível...)

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  2. ATENÇÃO:INFORMO QUE TB NESTE BLOG DEIXOU DE APARECER A INFORMAÇÃO QUE APARECIA APÓS O ENVIO DE UM COMENTÁRIO (EM FUNDO AMARELO) QUE DIZIA"O SEU COMENTÁRIO FICARÁ VISIVEL APÓS APROVAÇÃO".
    AGRADEÇO QUE NÃO PUBLIQUE ESTE COMENTÁRIO, MAS SE O QUISER FAZER DIVULGAR, FAÇA FAVOR...!

    ASSINA: ANÓNIMA!(só pra chatear....)

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  3. Tudo o que se está a passar é sinal de grande infelicidade e a inanidade da encenação de Seguro e Cª não vai ter um final feliz.
    Por muito que nos queiram vender que “está tudo tranquilo”, a realidade diária no PS é a liquidação dos padrões de discussão democrática, dos valores éticos e dos princípios socialistas.

    Chegamos a esta data com o desespero de quem não vê melhoras na situação e com um 28 de Setembro ainda tão longe…
    O PS tem um secretário-geral sem brio, sem grandeza e sem energia e rodeado de gente que o bajula porque ele é a evolução na continuidade.

    Doloroso é ver a incapacidade da esquerda dispor de uma doutrina e de uma coesão necessárias à formação de uma frente comum, da ausência total de convicções e com uma melancolia passadista que já é deprimente. Da vitória de Hollande nada há a esperar, como aqui bem frisou recentemente Joaquim Alexandre.

    Jorge de Sena, o grande poeta e escritor que continua ostracizado, questionava: ” Que Portugal querem os portugueses para Portugal?”, por isso admiro Soares que tem os defeitos que se lhe conhecem, mas é notável que alguém com quase noventa anos se indigne, proteste e vitupere com o rigor de quem se não resigna e questiona.

    Apesar de todas as reticências e hesitações (muitas) que tenho em relação à candidatura de António Costa, é mil vezes preferível alguém que respire “política” a um candidato de “abstenção violenta”. Prefiro estar ao lado de João Cravinho e ser politicamente incorrecto afirmando como ele: ” Sim, senhor, sou de formação marxista, e depois?!”

    Que vamos fazer? Continuar nesta apagada e vil tristeza?

    Há que estar do lado esquerdo da vida e lutar contra este projecto ideológico e destruidor da direita, que pretende uma modificação radical do que somos.

    Não podemos dizer que não sabíamos!

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  4. Tal como o PSD ficou OCO depois do golpe de PPC urdido numa campanha suja e repleta de mentiras e financiado não se sabe por quem, o PS irá pelo mesmo caminho pois a vanguarda de António Costa é composta essencialmente por tralha socrática que ainda vive no Portugal de 2009 em que se aumentavam os FP para vencer as eleições para logo no ano a seguir se lhes retirarem 5% do ordenado.
    Do lado de AJS temos uma equipa de incompetentes liderados também por um incompetente que teimou numa paz podre dentro do PS para se manter á tona e com isso arranjar alguns espertos que o defendam. Blindou os estatutos na esperança do que era mais que esperado e sabido por todos não acontece-se mas aconteceu e agora agarra-se a tudo nem que seja uma vitória na secretaria permitindo que não membros do PS votem nas eleições, algo que criticou a Francisco Assis aquando da sua campanha para a eleição em 2011.
    Resumindo o PS tal como o PSD (no estado actual) não são alternativas para Portugal que precisa de um governo composto por HOMENS IDÓNEOS E NÃO COMPROMETIDOS com o lamaçal que existe desde a base até ao topo da Administração Publica, que imponha verdadeiras Reformas Estruturais e corte a direito no poder de oligopólios privados e públicos e defenda sem vacilar os interesses do cidadão comum que paga impostos e deles pretende ver alguma coisa em beneficio da sociedade onde está inserido.
    AJS é fraco , inconsequente e não se lhe conhece uma ideia para Portugal, além de estar rodeado de gente ainda mais fraca e inconsequente que pretende apenas manter o lugar no Partido para depois arranjar lugar no Aparelho do Estado ou um lugar ao Sol numa qualquer empresa "privada" que vive das rendas que o Estado lhe dá a ganhar.
    Já António Costa (que é sem duvida um bem falante) é a máscara que os apoiantes de ideias mirabolantes e inexequíveis pretendem utilizar para uma vez mais enterrarem (ainda mais) Portugal e voltarem a ocupar os seus lugares á sombra do OE.
    Enfim é uma luta de interesses em volta em que Portugal não ganha nada.

    AJS deveria ter sangrado o PS assim que se tornou líder marcando o seu território com convicção e actos concretos mas nada se poderia esperar de um Jota ainda por cima mais fraco que o clone que pretensamente governa Portugal.

    O PR com a estória dos consensos da chacha fez bem o seu papel de enredar ainda mais AJS numa espiral de erros, avanços e recuos que só o prejudicaram ainda mais, embora ele já fizesse um bom trabalho sozinho em prol da sua incapacidade.

    Entre PPC , AJS e AC venha o diabo e escolha, eu pela minha parte se lá chegar não votarei em nenhum, optando (contra natura) por quem ao longo dos últimos 15 anos consegue manter pelo menos um rumo de coerência e defender com galhardia e argumentos válidos posições que parecem indefensáveis mas que estão neste momento bem próximas de acontecer e para as quais deveríamos todos ser preparados em vez de sermos tomados por tolos com tantas papas e bolos.

    Mas talvez seja isso que somos - TOLOS - porque nos recusamos a enfrentar a realidade tal como ela é !

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  5. Exemplo de uma divergência com António Costa: a Municipalização da Educação.

    De acordo com a Lusa, José Duarte (Director Geral dos Estabelecimentos Escolares) destacou os «desafios que encerram os novos contratos de transferência de competências», para o qual Abrantes foi uma das autarquias convidadas como município piloto.

    Há inúmeros exemplos dos erros cometidos lá fora com esta modalidade de desregulação do sistema.
    Estamos a falar de mais uma etapa do destruidor processo de reforço do totalitarismo partidocrático com a promiscuidade entre os poderes e interesses locais (quando não pessoais). O campo da educação estará sujeito a uma opacidade nos processos (nepotismo, amiguismo em circuito fechado) e aumento do potencial da arbitrariedade e da discricionariedade (caciquismo, favorecimento e conluios políticos alargados). A perspectiva utilitária da escola é que tem contribuído para a sua degradação, em termos pedagógicos, culturais e humanos. A escola é útil, serve a sua comunidade com os seus próprios meios e processos, quando forma e instrui bem os seus filhos.
    Quem está contra ou levanta questões, é imediatamente rotulado de centralista jacobino ou de reacionário.

    O governo Sócrates foi campeão na política de “proximidade com as populações”…, basta recordar as políticas do ministro Correia de Campos.

    E aqui ficam dois recentes exemplos da política de “proximidade com as populações”:
    A) http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/ensino/alunos-fazem-deslocacoes-de-15-km
    B) http://www.dn.pt/inicio/default.aspx (novo mapa judiciário)

    E o PS concorda com a municipalização da educação, a começar pelo António Costa.

    Ah, a “proximidade com as populações”…

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