sábado, 31 de maio de 2014

António José Seguro afinal quer um congresso extraordinário

Fotografia original de Enric Vives-Rubio para o Público
Acabo de ouvir António José Seguro na TVI a defender, pundonoroso, primárias abertas para a escolha do candidato do PS a primeiro-ministro.

Se forem em "Novembro é melhor que em Dezembro", "em Outubro melhor que em Novembro", em Setembro melhor que em Outubro — ele prefere-as "o mais  cedo possível".

O que Seguro não quer é um congresso extraordinário, isso não, credo!, de maneira nenhuma. 


Ele quer umas primárias abertas que não estão previstas nos estatutos do partido. Logo os estatutos do partido terão que ser alterados ... em congresso extraordinário.

Ou será que Seguro pensa fazer uma alteração estatutária tão relevante como é a da forma de escolha do candidato do partido a primeiro-ministro em "petit-comité"?

4 comentários:

  1. Mas alguém pode levar a sério o PS em geral e os socialista Seguro e Costa em particular.

    É só putos no jardim escola a brincar ao meu é maior que o teu e depois ainda temos umas aves raras pelo meio tipo Galamba , Assis ( o eurodeputado Português que mais faltas deu ) ou os viseenses Ginestal que nem o mandato de vereador conseguiu cumprir ou o GPS Junqueiro.

    Entre Costa atolado em socráticos, com promessa inexequíveis e PPC + PP venha o diabo e escolha .................

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  2. Domingo, 1 de Junho de 2014
    Proposta de Seguro: em vez de eleger um novo secretário-geral, acede a que o PS possa escolher um candidato a primeiro-ministro, através de eleições primárias.

    Hoje é o Dia da Criança, dos miúdos ou o Dia da mentalidade Jota?

    Para quando uma saída limpa?

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    Respostas
    1. Aquela coisa camoniana do "rei fraco faz..."

      O PS mete dó.
      :-(

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  3. O PS com esta conduta de Seguro arrisca-se a deixar de ser o maior partido de esquerda em Portugal. Seguro ainda não deve ter percebido isto. Ter como braço direito um Ginestal, em Viseu bem conhecemos as suas limitações, não podia ter outro fim que não a mediocridade politica à vista de todos. Previsível.

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