Cães de loiça


 
Oi, pra o sofrimento um bom remédio há afinal
Ajudem os cães de loiça, esse pobre animal
Ao vê-lo feroz no portão, eu sempre me comovo
Se a tinta cair ao chão, dou-lhe mais uma demão
E ele fica como novo

Se gostas de animais, cães de loiça
Que não sujem os quintais, cães de loiça
São "bobbies" bestiais, cães de loiça
São cãezinhos maltratados, de olhos esbugalhados
E nada saltitões
Nunca se vão babar, nem ganir, nem ladrar,
Nem ferrar os ladrões

Por serem portugueses e parecidos com o Toy
Que os restaurantes chineses não fazem deles "chopsói"
Não largam pelos ou pena, nunca roem os sofás
Reparem bem nesta cena, são estrelas de cinema
Cento e um Dalmatás

Se gostas de animais, cães de loiça
Que não sujem os quintais, cães de loiça
São "bobbies" bestiais, cães de loiça
São cãezinhos maltratados, de olhos esbugalhados
E nada saltitões
Nunca se vão babar, nem ganir, nem ladrar,
Nem ferrar os ladrões

Nunca se vão babar, nem ganir, nem ladrar,
Nem ferrar os ladrões
Nunca se vão babar, nem ganir, nem ladrar,
Nem ferrar os ladrões
Rouxinol Faduncho 

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