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quarta-feira, 14 de maio de 2014
terça-feira, 13 de maio de 2014
Denunciar / prometer / acusar / pedir / comparar / dizer / acusar / acusar / acusar / silenciar / trincar / estilhaçar / amedrontar / protestar / negar
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| Fotografia daqui |
Títulos de ontem e hoje — início da campanha eleitoral:
— Marinho e Pinto quer denunciar ilusões vendidas por alguns partidos
— Marinho e Pinto quer denunciar ilusões vendidas por alguns partidos
— Seguro volta a prometer baixar IVA da restauração
— Candidato da CDU acusa PS de desonestidade política
— Assis pede os votos da direita decente
— "Faz falta na Europa quem saiba distinguir um carvalho de uma cerejeira"
— Francisco Assis diz que o Governo «tem medo do povo»
— Paulo Rangel acusa o PS de desvirtuar o processo eleitoral
— Francisco Assis acusa PSD e CDS de desrespeitarem a democracia
— CDU acusa maioria de se servir do Governo para influenciar debate eleitoral
— Nuno Melo diz que a Comissão Nacional de Eleições devia estar em silêncio
— Rangel anda a «trincar» as calças de Assis, diz José Junqueiro
— PS acusa Governo de "estilhaçar" contratação coletiva
— Assis acusa Governo de ter medo do povo e recorrer à "obscenidade"
— CDU protesta junto da CNE por conselho de ministros durante a campanha
— Governo nega "oportunidade política" no caso da reunião do dia 17
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
O boyismo *
* Publicado hoje no Jornal do Centro
Ninguém se admirará muito se o governo de Pedro Passos Coelho acelerar em Agosto as nomeações dos boys laranjas e centristas.
É que o boyismo é uma das imagens de marca da terceira república.
Quem criou este monstro clientelar foi o professor Cavaco. Guterres ainda bradou: «no jobs for the boys!» Em vão. Isso só serviu para, a partir de então, se passar a chamar boys aos boys.
Infelizmente, com o pretexto de que a máquina administrativa herdada do salazarismo era lenta e ineficaz, foi sendo feito um segundo aparelho de estado ao lado do que já existia. Tem sido um festim de novos institutos, fundações, autoridades, empresas municipais, épês, épêés, entidades várias e de variegadas configurações jurídicas.
O estado tem recebido sucessivas camadas de boys e girls incompetentes e essa é uma das causas de uma boa parte dos nossos actuais sarilhos. Como é óbvio, o boyismo é mau para o estado. Tenha-se esperança, mesmo que moderada, que os "remédios” da Troika façam alguma lipoaspiração à boyiada.
Mas o boyismo é também mau para os partidos e isso é muito menos óbvio. Como os partidos têm muitos empregos para dar, eles foram deixando de ser sítios para tratar de política para passarem a ser agências de emprego.
Esses empregos são dados não por mérito mas por acto de vontade discricionário do chefe que, quanto mais medíocre é, mais tende a promover os lambe-botas.
Isso foi matando, aos poucos, a alma dos partidos. Agora, nem para as juventudes partidárias se pode olhar com esperança: os jotas foram clonados com um conformismo ainda maior que o dos séniores.
Ora, se este boyismo não for interrompido, das duas três: (i) ou se arranjam outros partidos, (ii) ou se inicia uma quarta república (presidencialista), (iii) ou as duas coisas.
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