segunda-feira, 5 de junho de 2017

O juiz de "Vermelho", ouvindo as conversas telefónicas dos vizinhos...

... faz o papel de Deus.

Aquele "Sabia que olhavam para si / com a atenção suja /que se dedica aos vizinhos da frente", do poema de Madalena de Castro Campos publicado ontem aqui neste blogue, fez-me recordar o Juiz reformado que se entretinha a cuscar as conversas telefónicas dos vizinhos, na obra prima de Krzysztof Kieslowski — "Vermelho".


Em Fevereiro de 2015 apresentei este filme no Cine Clube de Viseu:

3 comentários:

  1. Ó Alforreca, és um atraso de vida, pá.

    Fica sabendo que trinta e oito horas antes de ti, disse, na minha página de Facebook, isso mesmo deste post.

    Como a publicação do FB é pública, visível para "amigos" e "não-amigos", provavelmente foste lá inspirar-te.

    Este blogue já estava com saudades tuas, alforreca, pena é não conseguires nunca sair dessa sub-cave mental que habitas.

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  2. Exmo. Sr.
    Joaquim Alexandre Rodrigues:
    Esta é apenas uma última intervenção como mero esclarecimento, muito ponderada:
    Em primeiro lugar “ quem anda à chuva molha-se” o que não que dizer que tenha que se sujeitar a mensagens ofensivas, que não foi, nem nunca será o caso.
    Um blog vale o que vale e o seu tem muita qualidade e projeção.
    A opção de anónimo é socialmente aceitável, pelo facto de ser possível, até porque duas letras nunca identificam ninguém, por exemplo.
    O comentário não pretendia ser minimamente ofensivo, apenas uma mera constatação, um facto. Compreende-se uma reação tão agressiva, mas no mar, além de “alforrecas “ existem milhares de espécies desde as microscópicas aos “grandes predadores”.
    Não se pode dirimir todos e tudo.
    Repare bem que na maior parte do comentário são apenas meras conjunturas, enquadradas na vida comum das pessoas. Nada ofensivo.
    Reconhece-se a indelicadeza das circunstâncias e pelo facto as minhas desculpas.

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    1. O "exmo. sr." era desnecessário, senhor anónimo

      Pronto, o seu comentário indica, com boa probalidade, que não é o alforreca, que, há uns tempos, enxameava este blogue com comentários atirados ao mensageiro e nunca à mensagem.

      Retiro, portanto o epíteto.

      Cumprimentos

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