segunda-feira, 21 de setembro de 2015

115



E se o PàF ou o PS ficam nos 115 deputados?


Uma coisa é certa: não há ainda um número ímpar de assentos no parlamento porque a dieta dos deputados é muito rica em:

1 comentário:

  1. “LEGISLATIVAS 2015 - Voto útil à esquerda
    22 DE SETEMBRO DE 2015 – TSF on line
    "Com os dados que tenho hoje, arrisco dizer que o PS ganhará com uma vantagem superior a 5 pontos."
    Paulo Baldaia - Diretor da TSF

    Sondagens a errar não é uma novidade em campanhas portuguesas, nem em campanhas europeias, como aconteceu a semana passada na Grécia e já tinha acontecido em Inglaterra. Nem isso significa que elas não reflictam a verdade do momento. O que acontece, muitas vezes, é que as próprias sondagens têm influência no voto dos indecisos. No voto de 4 de Outubro, estou convencido que a maior influência acontecerá à esquerda, entre os que têm como única certeza que não querem a continuidade do actual governo. Com os dados que tenho hoje, arrisco dizer que o PS ganhará com uma vantagem superior a 5 pontos.

    A questão é saber o que é que o povo de esquerda quer fazer com o seu voto. Há mais esquerda no governo votando PS, para impedir a vitória da coligação, ou votando CDU, Bloco e Livre para reforçar o acordo de incidência parlamentar que poderá nascer de uma vitória minoritária de António Costa? Nos dias que faltam de campanha, ouviremos muitas vezes o PCP e o Bloco na luta contra o voto útil, ao mesmo tempo que António Costa repetirá até à exaustão que só o PS pode tirar a coligação do poder. A esquerda tem muito em que pensar.”

    Não sou um particular apreciador do estilo TSF, versão Paulo Baldaia, mas chamo a atenção para este artigo nada “queijo gordo Limiano”…
    O que estamos a viver não é o tempo da política mas o do espectáculo. Assim não vamos a lugar nenhum. Vivemos hoje um totalitarismo capitalista que não tem limites. Estamos a viver o fim do ciclo onde a primazia dos direitos humanos se está a desfazer. É uma crise de vida ou de morte. O consumismo tomou conta das nossas vidas e é ele que, substituindo a cultura, a expressão artística, a história e a filosofia, comanda uma única realidade que é apenas económica.

    A sensação que me dá mesmo é que nestas eleições nem a coligação merece permanecer no poder, mente descaradamente, despudoradamente, nem o PS convence que é uma verdadeira alternativa a esta política neoliberal imposta de fora e praticada convictamente pelo PSD/CDS.
    No entanto, alguém duvida que o mais importante é retirar a coligação de direita do poder?
    Tudo o resto é perceber a eficácia imediata do voto de cada um.

    E termino com a lição das sondagens com “empates técnicos”, ou seja a Grécia.
    " A nossa crise, da Europa, não é uma crise económica. É uma crise do sentido da vida, da qualidade." Christos Yannaras (filósofo Grego) em entrevista ao Público de domingo. A crise é sobretudo a dos valores. Os países são dirigidos por elites sem qualquer sentido da honra, da generosidade, da responsabilidade e de justiça social.
    Como diz Eduardo Paz Ferreira na entrevista ao jornal i, “a esquerda não percebeu a traição de Tsipras”. A direita não percebeu o seu sucesso. Um enigma internacional.

    E nós, no amanhã? Leiam….
    Pacheco Pereira: O dia seguinte
    http://www.sabado.pt/opiniao/detalhe/o_dia_seguinte.html

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