domingo, 15 de fevereiro de 2015

les roses

Fotografia de Eve Arnold



les roses
sont-elles rouges
dans l’obscurité?
on peut penser aux
roses rouges
dans l’obscurité
Olivier Cadiot

1 comentário:

  1. São coisas assim que precisamos ler: a poesia do mundo.

    Coisas que não inspirem a indiferença; um flagelo tão comum que atinge tão depressa os que mostram uma indignação previsível como os que tentam desesperadamente transmitir um tédio artificial sobre tudo o que mexe.

    (…)“O capital unido jamais será vencido! Há que pôr a compaixão na gaveta e no terreno uma vontade de ferro, pois avizinha-se a batalha decisiva desta guerra de classes. E, passada a turbulência, cá estaremos, accionistas do futuro, para herdar a Terra.”
    José Miguel Silva, “FALA O DIRECTOR-GERAL” , Janeiro 2014

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