segunda-feira, 26 de maio de 2014

MUDANÇA no PS

Depois de Francisco Assis, ridículo, ter chegado ao "cúmice do ápice" logo, logo, logo, às 20 horas...
Às 20H17 já dava para perceber o filme socialista na noite eleitoral


... resta esperar que desta vez — ao contrário do que aconteceu em Janeiro de 2013 — no PS não saia mais uma solução mole.

3 comentários:

  1. Da queda:

    1. Assis mais parecia um fadista a cantar o “Fado do Embuçado”.
    Disfarçado de capote (ler de humildade democrática), cantarolava bem alto: “eu não sou o presidente da xunta, mas se for preciso….” (Repetir o refrão).
    Uma estratégia de fuga para a frente incompreensível com apenas meia dúzia de minutos e projeções de resultados.

    2. Seguro: continuar a vencer sem convencer.
    Se havia a intenção de transformar esta eleição num referendo à sua liderança, então o resultado deveria ser um “obviamente demito-me”!
    A acrescentar um discurso de vitória entediante (até Eduardo Lourenço adormeceu), sem empatia e vazio.

    Não consegue o objetivo de se distanciar da direita e muito menos o de impedir uma nova vaga de austeridade da direita.
    Depois de 3 anos de uma governação que empobreceu o país, que mentiu de forma desavergonhada, que tem desmantelado o Estado, os serviços públicos e a segurança social, que aumentou as desigualdades sociais, o PS não consegue uma diferença superior a 4%.
    E à esquerda, o voto cresceu e fugiu ao PS…

    Isto são boas notícias?

    O António Costa não se vai mexer.
    Estou para ver quantos valentes vão aparecer.

    3. A direita passou a ser irrelevante com os atuais dirigentes.
    Neste momento a coligação não valem sequer 30% dos votos.
    Quantos deputados europeus tem o CDS? Os mesmos que a “barriga de aluguer” do Marinho Pinto?
    De Rangel retenho uma má imagem na campanha. Onde andou o Rangel cosmopolita, com ideias, afável e plural?
    As más companhias alteraram a personalidade ao Rangel?

    4. A CDU capitalizou o essencial do voto de protesto.
    O Bloco devia repensar a ideia da com liderança bicéfala. Marisa entra à cunha…

    5. Coimbra, marcou dois discursos: o de Alegre completamente descontextualizado e incompreensível e o de Marcelo que tentou descolar da “pesada derrota” e hoje deve estar arrependido. Mas, como ele é mestre na verdade e no seu contrário em breve irá recolar ao seu eleitorado.


    6. Marinho Pinto: nunca votaria num candidato que é contra a coadopção. Não vale o meu voto.

    7. Abstenção: “O preço a pagar pela tua não participação na política é seres governado por quem te é inferior” – Platão.
    O alheamento do exercício do voto é sintoma de desilusão, mas também, e sobretudo, de quem deixou de acreditar em si próprio.

    8. Subida da extrema-direita europeia.
    Há razões para temer o futuro!

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    1. Vamos lá ver se aparece alguém no PS...
      :-/

      Grande análise, JB!
      :-)

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  2. E no PS Viseu vão tirar as inevitáveis conclusões? Vão rolar cabeças? Se a nível nacional o PS encolheu a nível local não sai da cepa torta. Fruto de muitos anos de marasmo politico.

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