sábado, 1 de dezembro de 2012

O feitor que o sr. Blair pôs em Bruxelas e o estudante de Paris têm incomparavelmente mais

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Reportagem da RTP aqui

3 comentários:

  1. Sempre gostei de Guterres. Continuo a achar que saiu de cena quando constatou que não era capaz de correr com a mafia que ao seu redor se instalava

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    1. Concordo, caro Alexandre Borges, o "pântano" que Guterres percebeu em 2001 era o da mistura da política com os negócios.
      O PS, então, já estava infectado como estava o laranjal no cavaquismo.
      E, deva-se dizer, assim continua.
      Abraço

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  2. Pois essa é a maior responsabilidade de Guterres. O mínimo que se pode exigir a um Primeiro ministro é que em nome do Povo mantenha longe dos corredores do poder e da administração os corruptos e vendedores do Templo. E que mesmo que não consiga, que o tente. E Guterres, como depois Barroso, fugiram, deixando a Pátria à mercê de funcionários, traidores, mercenários, gatunos, e toda esta tropa que temos visto, a passear por notícias de jornal e corredores de tribunais, sempre com a maior cara de vítimas, mai-los outros que nem se sabe. E isso é por certo fraqueza e talvez traição! Mas não podemos também esquecer, quem por dentro, dando conta disto tudo, e denunciando o monstro, disfarçou sem o enfrentar, procurando até hoje passar por entre os pingos da chuva numa atitude de quem está acima, de honestidade a toda a prova, virando a cara às vítimas dos seus seguidores,ziguezagueando numa fuga permanente à frontal solução dos problemas, esperando que o silêncio os trate. Cavaco Silva.

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